domingo, 29 de março de 2015

Mini-Review: The Binding of Isaac: Rebirth





Biding of Isaac: o que caralhos é isso minha gente... sério, tem uns monstros lá que são bem perturbadores...

O jogo tem um pouco de Zelda, mas com cocô e fetos mal formados que choram sangue.
...como eu gostaria de estar inventando isso.

Neste jogo, temos o pequeno Isaac que precisou fugir da mãe fundamentalista homicida que, ouvindo uma voz sabe-se lá de onde, tenta matar o pirralho. Desesperado, ele pula em um alçapão para o porão... onde ele descobre que, de repente, não é o primeiro que foge por ali.

Tendo como arma apenas suas lágrimas (isso mesmo, ele ataca chorando), ele deve sobreviver enfrentando cada... "irmão"... que sobrou naquele porão.

O valor de replay desse jogo é enorme. Cada sala, cada power-up, cada inimigo, é randomicamente gerado, o que faz cada vez que você entra numa sala seja uma nova interação e inimigos diferentes, em quantidades também diferentes.

Já os power-ups que você encontra também são oferecidos para você de forma randômica. E os efeitos deles são bem imaginativos. Desde aumentar a quantidade de projéteis você pode lançar, ou criar um rastro de veneno onde você passa, ou então caso um inimigo atinja você ele ficar paralisado (sendo este efeito também válido para chefes)...

Eu só estou arranhando a superfície deste jogo ainda, mas todos os elementos randômicos, o gameplay que lembra bastante a série Zelda, com salas secretas e usar bombas para revelar estas salas.

Com a diferença de ter realmente uma recompensa valiosa nestas salas, e não um baú de rupees.

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